Ela é jovem, magra e pálida. Loira, pequena e delicada, olhos azuis marejados de lágrimas enquanto tristemente conta sua história, com a voz falhando quando se lembra do horror que passou. Filha de uma família rica, mas com pai e mãe trabalhadores e honestos. Todos os domingos ajudava na igreja….
“Ela mantinha o cigarro em seus dedos como a representação fálica de seus pensamentos. Em seus lábios, fazia daquele pequeno cilíndrico veneno um convite aos desejos que transitavam visíveis e óbvios no verde de seus olhos, sugava enquanto levantava o rosto para encará-lo.” - A Ponte